Sr. Bolseiro
Assim como no final de O Retorno do Rei tentei me segurar no cinema e não chorar, e até que consegui, ainda que indiscutivelmente meus olhos tenham sim ficado molhados pela emoção de reencontrar personagens queridos, passear novamente por terras que fãs de RPGs (de mesa ou eletrônico) como eu ficam bastante excitados, ou por enfim presenciar o bom nascimento da epopeia que desencadeia-se em O Senhor dos Aneis. A trilha sonora e Gandalf são igualmente responsáveis por muito desse amor que tenho, da emoção que sinto quando trato esse mundo.
Ainda acho incrível que Peter Jackson esteja transformando o livro, que em comparação com todas as páginas de LotR é de uma finura só, numa trilogia. Se as outras duas forem tão boas como a primeira é certo deu criar a mesma expectativa, ainda que de fato irei dum jeito ou de outro aos cinemas.
Vi O Hobbit no segundo dia disponível, ou 15 de Dezembro. Não consegui aguentar de ansiedade, pretendia ir apenas em Janeiro dada a superlotação dos shoppings durante fim de ano (freakin’ hate it). Assisti em 3D mas não em 48fps, o que estou ansiosamente, dado aos comentários, aguardando a possibilidade de concluir em casa mesmo no futuro.

