Depois de um ceticismo filho da puta: The Amazing Spider-Man
Tal como no caso de X-Men First Class não estava levando muita fé no próximo filme do Aranha. A culpa disso foi um passado não tão longínquo onde duas trilogias de ambas franquias da Marvel acabaram de forma triste, isso quando, ao meu ver, começaram bem e continuaram muito bem. Contudo, mesmo com meu lado Scully (also known as cético e chato) ligado, o aracnídeo do Andrew Garfield conseguiu me ganhar e até mesmo emocionar, diferente do de Tobey Maguire que animava pelas cenas de ação e não tanto pela versão do personagem; gosto mais do atual Peter Parker, ainda que o sonho permaneça o de ver a retratação do sarcástico do cartoon dos anos 90. 
Como não acompanho os quadrinhos não posso opinar incisivamente na questão do enredo em comparação com as origens do personagem. O que sei, por outros carnavais, é que a forma com que Peter se transformou no herói não está tão alterada, logo, a tal trama que se expandirá sobre o repentino e misterioso sumiço dos seus pais não me incomodou nem um pouco. Se HQs, que são digamos imortais, podem retratar o personagem de diversas formas não vejo motivo para que os filmes não o façam também — com boa qualidade, como vi aqui.
Quero ver o que Webb vai aprontar no segundo e espero que ele continue usando muitas cenas com o próprio ator pois criou um balanço muito legal ao invés de focar apenas em computação gráfica. Se quiserem usar Coldplay de novo na trilha sonora também agradeço!

Depois de um ceticismo filho da puta: The Amazing Spider-Man

Tal como no caso de X-Men First Class não estava levando muita fé no próximo filme do Aranha. A culpa disso foi um passado não tão longínquo onde duas trilogias de ambas franquias da Marvel acabaram de forma triste, isso quando, ao meu ver, começaram bem e continuaram muito bem. Contudo, mesmo com meu lado Scully (also known as cético e chato) ligado, o aracnídeo do Andrew Garfield conseguiu me ganhar e até mesmo emocionar, diferente do de Tobey Maguire que animava pelas cenas de ação e não tanto pela versão do personagem; gosto mais do atual Peter Parker, ainda que o sonho permaneça o de ver a retratação do sarcástico do cartoon dos anos 90. 

Como não acompanho os quadrinhos não posso opinar incisivamente na questão do enredo em comparação com as origens do personagem. O que sei, por outros carnavais, é que a forma com que Peter se transformou no herói não está tão alterada, logo, a tal trama que se expandirá sobre o repentino e misterioso sumiço dos seus pais não me incomodou nem um pouco. Se HQs, que são digamos imortais, podem retratar o personagem de diversas formas não vejo motivo para que os filmes não o façam também — com boa qualidade, como vi aqui.

Quero ver o que Webb vai aprontar no segundo e espero que ele continue usando muitas cenas com o próprio ator pois criou um balanço muito legal ao invés de focar apenas em computação gráfica. Se quiserem usar Coldplay de novo na trilha sonora também agradeço!