Ah, esses suecos!

Patrik Age 1.5 é mais uma grata surpresa, e novamente uma sueca (Lucky Blue a outra). Assisti, me emocionei no final como um bom drama me faz. Sinceramente sou fã deste tipo de filme onde, seja ou não utopia, há o despertar duma lágrima da alegria ao invés do contrário — afinal quem, assim como eu, assiduamente procura filmes com temática gay sabe que alguns deles, os dramas principalmente, não terminam tão bem assim. Devido a tanto que ainda se enfrenta por aceitação aqui nasce e se tem correspondido aquele simples desejo pelo happily ever after. Estou estragando o final? Acredite, estaria longe disso, mas sim reforçando um dos pontos positivos.

Há um novo casal na vizinhança, Goran e Sven Skoogh, e enquanto ambos maridos se adaptam, ou terceiros o fazem, eles planejam adotar uma criança, um bebê. A grande questão é que o desfecho na realização disto concretiza-se através de Patrik Eriksson, um adolescente de 15 anos (e não 1.5) que não está nem um pouco feliz com esta situação — e ele não mede suas palavras para expressar isso.

É mais um caso onde ao andamento não vi necessidade nem a devida apresentação da comédia pela qual o filme é também categorizado; vejo o drama e uma preocupação em mostrar o óbvio que é a possibilidade de dois homens que se amam conduzirem um casa e terem um filho, por sua vez também não querendo impor em momento algum que este último tenha de seguir suas preferências opcionais. Os problemas que aparecem pela chegada de Patrik e a forma que são contornados também me animou demais. 

Particularmente meu novo queridinho. Pelo visto não vou aguentar muito tempo até assisti-lo novamente. 

Fushigi Yûgi e meu retorno aos animes

Tenho uma penca de pendências se tratando de animações japonesas, porém a maioria se trata de animes “infinitos”, como chamo séries como Naruto, One Piece, Bleach. Contudo apesar de no momento estar focado em assistir filmes/séries norte-americanas bate sempre aquela saudade por ver alguma produção do meu país querido, e acho que Fushigi Yûgi, que possui 52 episódios (fora OVAs), pode ser um bom retorno — apesar de uma recepção não tão calorosa por parte de alguns, como visto na Wikipedia dedicada.

Além de estar buscando animes com quantidade de episódios pequena/mediana, que variam entre 13, 26 e 50, mais ou menos, sempre tive interesse neste trabalho de Yû Watase, onde por sinal comprei até a 1ª edição do mangá publicado aqui no Brasil pela Conrad — e originalmente em 1992 no Japão. Não tenho barreiras quando se trata de animes, ou seja, espero que este Shôjo, que é um gênero voltado ao público feminino, seja tão emocionante quanto InuYasha — uma das minhas séries prediletas, ever.

A base da história trata da viagem que ambas estudantes Miaka e Yui fazem ao conto do livro O Universo dos Quatro Deuses, entrando diretamente na história duma forma mágica. Ambas quando transportadas à China antiga são reveladas serem sacerdotisas, estas cuja responsabilidade é a de unir 7 Guerreiros Celestiais do Deus Suzaku, para assim invocar o próprio e garantir 3 desejos. 

É um romance fantasioso, combinação que para mim soa awesome desde já. 

Shelter

Não recordo exatamente quem ou o que me levou a assistir este filme, mas de qualquer forma sou extremamente feliz por conhecê-lo. 

Sobre a trama e personagens Shelter trata do “sair do armário”, de aceitação própria, tudo dum jeito bem convincente. Um dos protagonistas, Zach (Trevor Wright) ainda tem de lidar com suas obrigações familiares, estas que tem como exemplo o cuidado de seu sobrinho, este que por sua vez tem todo um carinho especial pelo tio, o considerando inclusive um pai na verdade. A entrada de Shaun (Brad Rowe), irmão do melhor amigo de Zach, completa o filme, em vista que este é o responsável pelas reviravoltas e decisões importantes do próprio Zach em questão dos caminhos de sua vida. 

Também entra no hall dos meus filmes prediletos de romance.

Plus:

  • DVD de Shelter por U$19.49 [Amazon].

Big Eden 

Já devia ter escrito uma review desse filme há muito tempo… mas, ao menos posso citar que o mesmo está entre um dos meus favoritos no gênero romance. 1º, ele me apresentou Tim DeKay (YES!), segundo ele tem aquele jeitão simplista, mas bastante carismático.

Numa sinopse básica: o agora artista nova-iorquino Henry Hart (Arye Gross) volta ao local onde nascera para tratar de seu avô, que encontra-se com saúde debilitada. Ao passo de seu retorno a razão dele ter ido embora também regressa, e este é Dean Stewart (Tim DeKay). Foram 17 anos desde que estes dois melhores amigos se encontraram pela última vez, mas as coisas mudaram, e muito. Mesmo tentando evitar contato por todo este tempo Henry, ao reencontrar o antigo amigo, não consegue esquecer o sentimento que ainda tem pelo mesmo, um que não fora correspondido e lhe causou bastante sofrimento. Entre este reencontro, porém, entra nosso 3º personagem de suma importância: Pike Dexter (Eric Schweig), que acaba também despertando um grande interesse emocional por Henry. E agora?! 

Só posso dizer que o desenrolar é bem legal, e como já disse, apesar de simples, é um filme de carisma suficiente para estar entre meus favoritos. 

Plus:

How I Met em menos de 1 dia Your Mother

Yep, terminei pela 1ª vez uma temporada de série em tempo recorde: foram necessárias apenas menos de 24hrs para concluir os 22 episódios iniciais de How I Met Your Mother. Ok, cada episódio batendo na casa dos 20 minutos também ajuda muito, mas sinceramente estava difícil parar a playlist automática pois me divertia cada vez mais.

Por sinal aqueles 90% de interesse pela série graças ao ator Jason Segel, que interpreta Marshmallow Eriksen, caiu para uns 60. Todos os personagens tem seus momentos divertidos, e também não acho nenhuma surpresa destacar o quão destacado Neil Patrick Harris, o Barney, é – SUIT UP!

Espero que a Season 2 seja LEGENDARY!