U$2.50 bem gastos
Adoro joguinhos de nave e desde Astro Warrior essa admiração por similares foi crescendo e se difundindo. Gatling Gears não é bem um do mesmo estilo, mas ainda tem a progressão vertical e projéteis suficientes para testar meus sentidos jedis. Se comparado com outro exemplo que muito gosto, Sonic Wings, a diferença maior de GG está nos controles: é um shooter de dois analógicos, onde um controla nossa bípede máquina de guerra e o outro a mira das armas. É duma mecânica muito tranquila de se pegar, e uma que me viciei nos últimos três dias. 
Outro aditivo é que a pontuação possui um multiplicador que aumenta a cada 6 engrenagens dropadas pelos inimigos, contudo se formos acertados o contador caí um nível direto, fazendo com que você perca todos os seis. Dá vontade de correr atrás de maiores pontuações e repetir os estágios.
O fato deu estar já atrás do último Trophie no PS3 em pouco tempo pode denunciar que não é algo tão trabalhoso. Aliás, a maior parte dos objetivos uma vez que independem do nível de dificuldade são mesmo fáceis de se conseguir. O último objetivo que estou atrás vai ser bem tranquilo e ao passo que sigam o mesmo caminho que o meu o último unlockable serve muitíssimo bem para conseguir o troféu mais difícil: atravessar toda campanha principal no hard.
Vi a página dele na PlayStation Store e de curioso, reforçado pelos U$2.50 que foi vendido pela assinatura da Plus, acabei o comprando, e não me arrependo. Pena não encontrar pessoas online para aproveitá-lo no modo co-op.
Só espero que a Vanguard Games dê por favor algum sentido para efeitos e pets numa próxima oportunidade! Gatling Gears by the way pode ser comprado na Live e via Steam também.
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Trailer.

U$2.50 bem gastos

Adoro joguinhos de nave e desde Astro Warrior essa admiração por similares foi crescendo e se difundindo. Gatling Gears não é bem um do mesmo estilo, mas ainda tem a progressão vertical e projéteis suficientes para testar meus sentidos jedis. Se comparado com outro exemplo que muito gosto, Sonic Wings, a diferença maior de GG está nos controles: é um shooter de dois analógicos, onde um controla nossa bípede máquina de guerra e o outro a mira das armas. É duma mecânica muito tranquila de se pegar, e uma que me viciei nos últimos três dias. 

Outro aditivo é que a pontuação possui um multiplicador que aumenta a cada 6 engrenagens dropadas pelos inimigos, contudo se formos acertados o contador caí um nível direto, fazendo com que você perca todos os seis. Dá vontade de correr atrás de maiores pontuações e repetir os estágios.

O fato deu estar já atrás do último Trophie no PS3 em pouco tempo pode denunciar que não é algo tão trabalhoso. Aliás, a maior parte dos objetivos uma vez que independem do nível de dificuldade são mesmo fáceis de se conseguir. O último objetivo que estou atrás vai ser bem tranquilo e ao passo que sigam o mesmo caminho que o meu o último unlockable serve muitíssimo bem para conseguir o troféu mais difícil: atravessar toda campanha principal no hard.

Vi a página dele na PlayStation Store e de curioso, reforçado pelos U$2.50 que foi vendido pela assinatura da Plus, acabei o comprando, e não me arrependo. Pena não encontrar pessoas online para aproveitá-lo no modo co-op.

Só espero que a Vanguard Games dê por favor algum sentido para efeitos e pets numa próxima oportunidade! Gatling Gears by the way pode ser comprado na Live e via Steam também.

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You were there…

Terminei recentemente ICO e como Shadow of the Colossus me tornei mais um fã. Adorei a aventura e fico feliz de tê-la conhecido finalmente, após muito enrolar com a minha inacabável lista de pendências. Não é meu favorito se comparado com SotC, contudo é algo vindo de Fumito Ueda, então está tudo muito, mas muito bem.

Essa compilação de fanarts ajuda a expressar um pouco, pela visão de vários artistas, meu já denunciado amor

Contando os milésimos por The Last Guardian!

Bom e velho cheesy
Antes que minha assinatura na Plus expire (ainda que renovarei a mesma até o fim do mês — Sony, você me conquistou) decidi finalizar o Double Dragon Neon. Bom, primeiramente, apesar de fã da série principalmente graças ao crossover com os Battletoads e do gênero que não anda tão popularizado quanto antigamente que é o Beat ‘em Up, foi o nome WayForward que, em suma (e mesmo depois de experiências marromenos com Batman: The Brave & the Bold e Thor no NDS), incentivou ainda mais o conhecimento. 
Não acho que atingiram o nível de qualidade que vi lá no Contra 4, um clássico entre a biblioteca do DS e um renascimento mais que justo à franquia, mas Double Dragon Neon me cativou pela emulação duma ambientação em pleno anos 80. Os diálogos, motivos e desfechos são cafonamente humorados, nada que denigra uma série cujo foco sempre fora desferir sopapos na cara de inimigos e chegar até o final sem ganhar um game over.
Estranhei a decisão de utilizarem os polígonos ao invés do pixel art mágico que a dev aqui sabe fazer muitíssimo bem. E outro ponto que sou contra é que, independente do 3D ter influenciado ou não, a jogabilidade é lenta, mesmo que seja bacana. Queria tanto ver Billy, Jimmy, Abobo e todo o resto bidimensionalmente gloriosos, mas não foi dessa vez. 
Tem um quê de personalização quanto atributos e golpes, estes colecionáveis via fitas cassetes. Só quero saber é se as músicas da tela de escolha entre as habilidades ficam realmente restritas durante a seleção; decisão estranha pois tem faixas que adoraria ouvir durante a travessia dos estágios. Falando em música tô viciado nessa aqui.
Pra um jogo exclusivamente via download (PSN ou XBLA) tá bom. Talvez melhore a experiência com um amigo embora não tenha um controle extra aqui. Partidas cooperativas online? Sinto muito. Pois é. 

Bom e velho cheesy

Antes que minha assinatura na Plus expire (ainda que renovarei a mesma até o fim do mês — Sony, você me conquistou) decidi finalizar o Double Dragon Neon. Bom, primeiramente, apesar de fã da série principalmente graças ao crossover com os Battletoads e do gênero que não anda tão popularizado quanto antigamente que é o Beat ‘em Up, foi o nome WayForward que, em suma (e mesmo depois de experiências marromenos com Batman: The Brave & the Bold e Thor no NDS), incentivou ainda mais o conhecimento. 

Não acho que atingiram o nível de qualidade que vi lá no Contra 4, um clássico entre a biblioteca do DS e um renascimento mais que justo à franquia, mas Double Dragon Neon me cativou pela emulação duma ambientação em pleno anos 80. Os diálogos, motivos e desfechos são cafonamente humorados, nada que denigra uma série cujo foco sempre fora desferir sopapos na cara de inimigos e chegar até o final sem ganhar um game over.

Estranhei a decisão de utilizarem os polígonos ao invés do pixel art mágico que a dev aqui sabe fazer muitíssimo bem. E outro ponto que sou contra é que, independente do 3D ter influenciado ou não, a jogabilidade é lenta, mesmo que seja bacana. Queria tanto ver Billy, Jimmy, Abobo e todo o resto bidimensionalmente gloriosos, mas não foi dessa vez. 

Tem um quê de personalização quanto atributos e golpes, estes colecionáveis via fitas cassetes. Só quero saber é se as músicas da tela de escolha entre as habilidades ficam realmente restritas durante a seleção; decisão estranha pois tem faixas que adoraria ouvir durante a travessia dos estágios. Falando em música tô viciado nessa aqui.

Pra um jogo exclusivamente via download (PSN ou XBLA) tá bom. Talvez melhore a experiência com um amigo embora não tenha um controle extra aqui. Partidas cooperativas online? Sinto muito. Pois é. 

Buka Pintu!
Finalizei em menos de 10hrs Uncharted: Drake’s Fortune, e isso não tem muitos dias. Me senti incentivado a comprá-lo (em Dual Pack) não só por ser um dos carros chefes do PS3 e da Sony junto Naughty Dog, mas também pela razão de que esse tipo de aventura com ação digna de filmes do mesmo gênero me empolga. Nathan também é um hot-piece-of-sarcasm.
Mesmo que tenha me divertido e queira platiná-lo em algum momento (ainda me faltam 10 troféus), graças a jogabilidade simples e agradável, a batalha final poderia ter sido muito mais interessante! mesmo!! Também não fui muito fã de algumas pop-in textures aqui e acolá. Não esperava, pois também não conhecia tanto assim da franquia, a inclusão dum elemento fictício próximo do final, jurei que tratava-se apenas de caça a tesouros (e por conta disso tenho curiosidade pelo que virá depois). 
Estou pronto para continuar Among Thieves, mas este vai ter de esperar uma bela finalização de Valkyria Chronicles!

Buka Pintu!

Finalizei em menos de 10hrs Uncharted: Drake’s Fortune, e isso não tem muitos dias. Me senti incentivado a comprá-lo (em Dual Pack) não só por ser um dos carros chefes do PS3 e da Sony junto Naughty Dog, mas também pela razão de que esse tipo de aventura com ação digna de filmes do mesmo gênero me empolga. Nathan também é um hot-piece-of-sarcasm.

Mesmo que tenha me divertido e queira platiná-lo em algum momento (ainda me faltam 10 troféus), graças a jogabilidade simples e agradável, a batalha final poderia ter sido muito mais interessante! mesmo!! Também não fui muito fã de algumas pop-in textures aqui e acolá. Não esperava, pois também não conhecia tanto assim da franquia, a inclusão dum elemento fictício próximo do final, jurei que tratava-se apenas de caça a tesouros (e por conta disso tenho curiosidade pelo que virá depois). 

Estou pronto para continuar Among Thieves, mas este vai ter de esperar uma bela finalização de Valkyria Chronicles!

I’m a bit… i mean, witch!
Pirulito na boca, armas entre mãos e calcanhares, e uma sensualidade safadinha. Esta é Bayonetta. Conheci o jogo no 360 dum amigo certo tempo atrás e fiquei maravilhado, não só pela ação, mas pelo bom humor e carisma da protagonista. Hoje, com o PS3, o comprei como meu primeiro jogo, e sinceramente não me arrependi. A única coisa realmente chata é que a tal conversão efetuada pela SEGA deixa a desejar em alguns pontos, ainda que, felizmente, isso não reflita no óbito do título — mas ok, se você tiver um 360 também reforço o conceito de comprar a versão do mesmo.
Além de ser uma aventura muito louca envolvendo anjos que mais parecem demônios, dimensões diferentes, bruxas e sábios entre séculos de história, já cadastrei Bayonetta entre minhas ações mais queridas, onde não sei mais quem encontra-se no 1º lugar: a bruxa, ou Dante. 
Vamos ver se consigo encarar o Hard agora, pois mesmo finalizando o Normal, onde encontrei um desafio na medida, sei que as coisas podem piorar e muito. 
[Fanart: kazakami]

I’m a bit… i mean, witch!

Pirulito na boca, armas entre mãos e calcanhares, e uma sensualidade safadinha. Esta é Bayonetta. Conheci o jogo no 360 dum amigo certo tempo atrás e fiquei maravilhado, não só pela ação, mas pelo bom humor e carisma da protagonista. Hoje, com o PS3, o comprei como meu primeiro jogo, e sinceramente não me arrependi. A única coisa realmente chata é que a tal conversão efetuada pela SEGA deixa a desejar em alguns pontos, ainda que, felizmente, isso não reflita no óbito do título — mas ok, se você tiver um 360 também reforço o conceito de comprar a versão do mesmo.

Além de ser uma aventura muito louca envolvendo anjos que mais parecem demônios, dimensões diferentes, bruxas e sábios entre séculos de história, já cadastrei Bayonetta entre minhas ações mais queridas, onde não sei mais quem encontra-se no 1º lugar: a bruxa, ou Dante. 

Vamos ver se consigo encarar o Hard agora, pois mesmo finalizando o Normal, onde encontrei um desafio na medida, sei que as coisas podem piorar e muito. 

[Fanart: kazakami]