JV ハズキ

Hazuki Vitor: brazilian gamer, pseudo-Jornalista do mesmo segmento; fanático por RPGs e survivor horrors. Mas meu refúgio abrange todo e qualquer conteúdo de interesse próprio. OK?


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Meus momentos com o 3DS

The Legend of Zelda: Skyward Sword [Review]

The Last Story [Preview]

10 RPGs para jogar antes do fim do mundo!

The Muppets [Review]

So far, Ashton [Two and a Half Men]

Gurumin: A Monstrous Adventure [SideQuest]

Dancing Matt [Overview]

Bruxas Extraterrestres [Unknown Truth]

O Sabor Artístico Vanillaware [Overview]

Extended Life Battery Kit for PSP [Video Impressions]

Owlboy [Demo Impressions]
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Que sua arte é o clichê entre os principais assuntos sobre a Vanillaware, fãs de RPGs sabem. Entretanto este padrão também tem forte impulso chamado George Kamitani, fundador, presidente e principal designer da desenvolvedora: seus interesses quando num novo projeto sempre tendem primeiramente ao lado visual. 

Apesar de sua fundação ter ocorrido em 2002 sob o nome de “Puraguru”, a equipe que viria a adotar em 2004 o sabor vanilla já fazia de sua bidimensionalidade um padrão pouco comparável desde o Sega Saturn com Princess Crown (1997). Este mesmo time, formado atualmente por 21 pessoas, e que antes trabalhava para a Atlus, nasceu num no período 32-bit, mostrando a consoles como o PlayStation, cujo foco era levar o 3D às casas, que há uma mágica nas 2Dimensões impossível de ser superada.

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“Olá! Bem vindo ao mundo de Pokémon!
Meu nome é Oak, as pessoas me chamam de Professor Pokémon! Este é um mundo habitado pelas criaturas conhecidas como Pokémons! Para algumas pessoas os Pokémons são bichos de estimação. Outras os usam para lutas. Particularmente eu os estudo como uma profissão.

Sua própria lenda Pokémon está prestes a ser desvendada! Um mundo de sonhos e aventuras com os Pokémons o aguarda! Vamos lá!!”

— Professor Oak (ou Carvalho) e sua gentil redundância: Pokémon.

Na 1ª parte da Poké-Retroview você conferiu um pouco mais do processo de desenvolvimento de Pokémon, entretanto é a partir de agora que adentraremos de uma vez nos jogos propriamente ditos, ou seja, você vai recordar ainda mais seu passado com aquele Game Boy Classic, Pocket (meu caso) ou mesmo Color. Os anos passam, mas ainda temos que pegar todos, sempre!

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A definição de crossover nos games é básica: unir séries, distintas ou não, num mesmo jogo. Isso geralmente está ligado a jogos de luta nos dias atuais, como na recente volta da franquia de sucesso Marvel VS Capcom 3 (PS3/360), ou mesmo Jump Ultimate Stars (DS); títulos como Itadaki Street (PS2/DS/PSP) já fugiram do estereótipo, colocando personagens, como Mario e Slime (Dragon Quest), num ambiente de tabuleiro dos seus anteriores e padronizados plataforma e RPG.

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Apesar de não terminar a versão Arcade e original do título com apenas 1 crédito, eu não deixo nunca de considerar a diversão que este clássico de 1991 da Capcom me proporciona em todas as suas formas até hoje.

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15 anos, essa é a idade da franquia que já conquistou mais de meio mundo através de seus jogos, animes, trading cards e milhares de outras bugigangas! Estamos falando dos famosos Pocket Monsters, ou simplesmente Pokémon. Qual será o segredo de tanto sucesso e carisma por trás dos títulos? que apesar de presenciar uma febre levemente mais amena nos dias de hoje, nunca fica abaixo da casa dos bons milhões de cópias vendidas (a 5ª geração está aí como exemplo).

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Muito antes do inimaginável crossover entre Disney e Square-Enix através do épico e estrondoso sucesso Kingdom HeartsMickey e sua trupe já se aventuravam em todas as plataformas possíveis e de forma igualmente bem sucedida. Para ser mais preciso, foi no NES que seus títulos começaram a se destacar, com Duck Tales por exemplo, que não só é lembrado como um bom jogo de plataforma, mas também por sua música cativante. Dado ao progresso e a entrada da época 16-bit as lembranças pairam principalmente sobre outros títulos desenvolvidos pela Capcom, desenvolvedora responsável pelos mais conhecidos. O Mega Drive (ou Genesis) não foi exceção, mas suas principais criações foram de outras desenvolvedoras, sendo a própria SEGA responsável por um dos mais aclamados e conhecidos que é Castle of Illusion.

Aproveitando o renascimento e lembrança da qualidade dos jogos Disney providenciado pelo já lançado Epic Mickey (Wii) acho frutífero voltarmos a esta época, relembrando no passado o que faz destes títulos jogos tão carismáticos e indispensáveis aos fãs de plataformas bidimensionais.

Os jogos aqui abordados são exclusividades do Mega Drive e demais consoles SEGA e/ou foram primeiramente lançados neles.

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Também disponível para PSP a compilação acima tem a audácia de unificar 28 títulos do Genesis (Mega Drive) em 1 só DVD (ou UMD), how cool is that?!

A lista completa de jogos é formada por:

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