Indie respect

Quando você tem só uma pré-concepção do que é o ser indie fica fácil caracterizar os jogos desenvolvidos por estes como simplistas, de baixo custo. Indie Game: The Movie mostrou que não é bem por aí, mostrou que sim eles podem ser simples, mas que existe toda uma história, pessoas, sentimentos e sacrifícios para tornarem conceitos, ou sonhos, em realidade. Fiquei bastante tocado e refleti sobre a indústria de jogos ao todo onde me vi incentivado a conhecer mais sobre as pessoas que desenvolvem os tantos títulos que sou fã. 

Muito bom mesmo. 

+

  • Por R$17 dá pra comprá-lo no Steam e com legendas em português. 

movie: Yossi (2012)

Já assisti 4x e continuo contando. Será que vou ultrapassar minha marca com Brokeback Mountain? De qualquer maneira, é uma delícia rever momentos de puro amor. 

Sr. Bolseiro
Assim como no final de O Retorno do Rei tentei me segurar no cinema e não chorar, e até que consegui, ainda que indiscutivelmente meus olhos tenham sim ficado molhados pela emoção de reencontrar personagens queridos, passear novamente por terras que fãs de RPGs (de mesa ou eletrônico) como eu ficam bastante excitados, ou por enfim presenciar o bom nascimento da epopeia que desencadeia-se em O Senhor dos Aneis. A trilha sonora e Gandalf são igualmente responsáveis por muito desse amor que tenho, da emoção que sinto quando trato esse mundo. 
Ainda acho incrível que Peter Jackson esteja transformando o livro, que em comparação com todas as páginas de LotR é de uma finura só, numa trilogia. Se as outras duas forem tão boas como a primeira é certo deu criar a mesma expectativa, ainda que de fato irei dum jeito ou de outro aos cinemas. 
Vi O Hobbit no segundo dia disponível, ou 15 de Dezembro. Não consegui aguentar de ansiedade, pretendia ir apenas em Janeiro dada a superlotação dos shoppings durante fim de ano (freakin’ hate it). Assisti em 3D mas não em 48fps, o que estou ansiosamente, dado aos comentários, aguardando a possibilidade de concluir em casa mesmo no futuro. 

Sr. Bolseiro

Assim como no final de O Retorno do Rei tentei me segurar no cinema e não chorar, e até que consegui, ainda que indiscutivelmente meus olhos tenham sim ficado molhados pela emoção de reencontrar personagens queridos, passear novamente por terras que fãs de RPGs (de mesa ou eletrônico) como eu ficam bastante excitados, ou por enfim presenciar o bom nascimento da epopeia que desencadeia-se em O Senhor dos Aneis. A trilha sonora e Gandalf são igualmente responsáveis por muito desse amor que tenho, da emoção que sinto quando trato esse mundo. 

Ainda acho incrível que Peter Jackson esteja transformando o livro, que em comparação com todas as páginas de LotR é de uma finura só, numa trilogia. Se as outras duas forem tão boas como a primeira é certo deu criar a mesma expectativa, ainda que de fato irei dum jeito ou de outro aos cinemas. 

Vi O Hobbit no segundo dia disponível, ou 15 de Dezembro. Não consegui aguentar de ansiedade, pretendia ir apenas em Janeiro dada a superlotação dos shoppings durante fim de ano (freakin’ hate it). Assisti em 3D mas não em 48fps, o que estou ansiosamente, dado aos comentários, aguardando a possibilidade de concluir em casa mesmo no futuro. 

We Are Not Alone

Com Ohad Knoller, meu eterno Yossi, fica difícil não querer assistir algo, embora este trailer do filme de Lior Har Lev mostre algo aparentemente tocante. Quero assisti-lo com certeza. 

Estou simplesmente apaixonado, novamente por Ohad Knoller, Eytan Fox, e agora também por Oz Zehavi. Quando uma continuação tão inesperada me pegou de jeito — já assisti três vezes por três noites consecutivas, e consigo curtir como se fosse a 1ª vez.