
The Last Story [Preview]
10 RPGs para jogar antes do fim do mundo!
The Muppets [Review]
So far, Ashton [Two and a Half Men]
Gurumin: A Monstrous Adventure [SideQuest]
Dancing Matt [Overview] Bruxas Extraterrestres [Unknown Truth] O Sabor Artístico Vanillaware [Overview] Extended Life Battery Kit for PSP [Video Impressions] Owlboy [Demo Impressions]
Daily Graffiti: This Epic Mickey piece by DROP HPC-ANC-TWP is pretty effing epic.
Grand Knights History: Final Trailer
Sendo um trailer definitivo esperava bem mais do mesmo, ao menos em questão de longevidade, mas tudo bem, afinal não é de hoje que a Marvelous Entertainment vem divulgando e promovendo o RPG. Grand Knights History foi lançado ontem (Setembro, 1) e é, até então, o último lançamento da desenvolvedora Vanillaware (de Odin Sphere, PS2).
O 10º e último video gameplay do título também já pode ser assistido.
Infelizmente até o momento nenhuma informação sobre uma possível versão inglesa, mas considero cedo em vista que vai depender também, possivelmente, de quão bem o título se de na sua terra natal.
Plus:

Será sorte? Bem, essa seria de longe a palavra certa para definir a relação entre as desenvolvedoras japonesas Gaia e Game Republic: ambas foram aparentemente fechadas/descontinuadas de seus trabalhos sob circunstâncias não muito claras. De qualquer forma, e se tratando especificamente da Gaia, até havia um projeto a ser lançado ao Wii, mas infos se tornaram escassas assim como o futuro da empresa fora tido como finalizado em vista do fechamento de seu site oficial.
Finalmente chegaram! Desde meu pedido no dia 20 de Abril estava aguardando ansioso, afinal, não é todo dia que você encontra 2 must-fuckin’-play por menos de 30 dólares, ou, R$ 60,00. Após 6 dias da data final estimada para chegada de ambos Crisis Core e Muramasa, fica agora a dúvida: qual começar 1º?!
No momento estou jogando Zelda: Twilight Princess no Wii, já no PSP, MotorStorm Arctic Edge, mas são dois gêneros completamente diferentes, logo, eu não tenho o costume de jogar mais de 1 RPG ao mesmo tempo. Porém tenho que cogitar que mês que vem viajo e não levarei o Wii, logo, ficarei impossibilitado de jogar Muramasa na casa da minha irmã, onde infelizmente o console dela é europeu e me impossibilitaria de avançar.
Acho que é mais certo tentar iniciar Muramasa por aqui assim que terminar Zelda e durante a viagem ir debulhando o prólogo de Final Fantasy VII! <3

Que sua arte é o clichê entre os principais assuntos sobre a Vanillaware, fãs de RPGs sabem. Entretanto este padrão também tem forte impulso chamado George Kamitani, fundador, presidente e principal designer da desenvolvedora: seus interesses quando num novo projeto sempre tendem primeiramente ao lado visual.
Apesar de sua fundação ter ocorrido em 2002 sob o nome de “Puraguru”, a equipe que viria a adotar em 2004 o sabor vanilla já fazia de sua bidimensionalidade um padrão pouco comparável desde o Sega Saturn com Princess Crown (1997). Este mesmo time, formado atualmente por 21 pessoas, e que antes trabalhava para a Atlus, nasceu num no período 32-bit, mostrando a consoles como o PlayStation, cujo foco era levar o 3D às casas, que há uma mágica nas 2Dimensões impossível de ser superada.
[Flash 9 is required to listen to audio.]
♫ – Odin Sphere’s Theme(Hitoshi Sakimoto, Masaharu Iwata, Kimihiro Abe, Mitsuhiro Kaneda, Manabu Nakimi; 2007)
Sem dúvida alguma os gráficos desenhados à mão são os destaques dessa pintura desenvolvida pela Vanillaware. Foi o que inicialmente me cativou, não só por gostar de desenhar, mas por apreciar igualmente títulos 2D que se separam dentre o padrão que é o hoje a tridimensionalidade.
Apesar de tê-lo achado repetitivo, é impossível não se fascinar pelo conto dos protagonistas deste RPG, todos interpretados sob melodias tão mágicas quanto esta.
[Flash 9 is required to listen to audio.]
♫ – Kiss Me Good-Bye (Hitoshi Sakimoto, Hayato Matsuo, Nobuo Uematsu, Angela Aki, Masaharu Iwata, Taro Hakase, Yuji Toriyama; 2006)
O último episódio no PS2 (de incríveis 3, somente) me surpreendeu de forma assombrosa. Primeiro que o título ocorre na Ivalice da versão de Final Fantasy Tactics Advance, uma terra que já visitei 4 vezes e não me canso; segundo, é de um primor sem igual no console, e como fã de MMORPGs que já fui há uma certa época, simplesmente me vi preso na avalanche de conteúdo – 243 horas não foram nem de perto suficientes pra este universo.
Perfeição? não. Há do que se reclamar no jogo, como a forma mais fácil e ultramente idiota de se conseguir uma Zodiac Spear, além da inutilidade dos summons (que são verdadeiros desafios para se derrotar).
Mas assim como o IX, FFXII permanece dentre meus favoritos.