Tenho uma penca de pendências se tratando de animações japonesas, porém a maioria se trata de animes “infinitos”, como chamo séries como Naruto, One Piece, Bleach. Contudo apesar de no momento estar focado em assistir filmes/séries norte-americanas bate sempre aquela saudade por ver alguma produção do meu país querido, e acho que Fushigi Yûgi, que possui 52 episódios (fora OVAs), pode ser um bom retorno — apesar de uma recepção não tão calorosa por parte de alguns, como visto na Wikipediadedicada.
Além de estar buscando animes com quantidade de episódios pequena/mediana, que variam entre 13, 26 e 50, mais ou menos, sempre tive interesse neste trabalho de Yû Watase, onde por sinal comprei até a 1ª edição do mangá publicado aqui no Brasil pela Conrad — e originalmente em 1992 no Japão. Não tenho barreiras quando se trata de animes, ou seja, espero que este Shôjo, que é um gênero voltado ao público feminino, seja tão emocionante quanto InuYasha — uma das minhas séries prediletas, ever.
A base da história trata da viagem que ambas estudantes Miaka e Yui fazem ao conto do livro O Universo dos Quatro Deuses, entrando diretamente na história duma forma mágica. Ambas quando transportadas à China antiga são reveladas serem sacerdotisas, estas cuja responsabilidade é a de unir 7 Guerreiros Celestiais do Deus Suzaku, para assim invocar o próprio e garantir 3 desejos.
É um romance fantasioso, combinação que para mim soa awesome desde já.
Apesar de me apaixonar pela Terra Média a partir dos filmes contemporâneos, o que é algo consideravelmente tardio em relação ao release original e a própria fama dos livros de Tolkien, uma tentativa cinematográfica e anterior à trilogia de Peter Jackson já havia sido tentada — isso em 1978.
A adaptação animada vista no vídeo chama-se The Lord of the Rings e foi dirigida por Ralph Bakshi no ano citado. A trilogia aqui porém não foi concluída e só temos a 1ª parte da história, e se não me engano, um pouco de As Duas Torres também. Algo notável é o uso realmente em demasia do efeito conhecido como rotoscopia, que no caso consiste na animação posterior sobre cenas gravadas com atores reais — algo que para a época devia ser muito mais impactante.
Como fã de Tolkien assisti (já há um tempo) com bastante animação, simplesmente por se tratar de uma tomada diferente do que conheço e tenho como padrões em relação a vestimentas, feições e similares, todos elementos formulados graças a Jackson. Anyway, encontrei aqui carisma, mas também houve estranheza justamente pelo choque entre os designs dos personagens com o que conheço, principalmente os de Aragorn e Boromir.
Vale a pena assisti-lo caso você também seja um fã, e depois desta parte as demais podem ser encontradas no Youtube através do mesmo canal de Jakegothiscsnake.
Kyotokei, o título do vídeo, tem sem dúvida elementos baseados no clássico da Treasure Ikaruga, logo, e como sempre quis jogá-lo, talvez este release para WiiWare possa servir para dar uma noção de como seria.
A originalidade daqui porém é uma mais fantasiosa (e vertical), enquanto o elemento mais notável e copiado de Ikaruga seja a troca da, digamos, base dos personagens entre vermelho e azul, estes que como vistos no vídeo podem absorver os projéteis de mesma cor. Nos níveis mais difíceis com certeza a maestria nisso tudo deva ser bastante divertida, quem sabe até assim.
Com chegada para o dia 11 de AgostoKyokotei custará 500 Wii Points (5 dólares), trazendo multiplayer para até 2 jogadores e 5 estágios. O suporte para os controles do GameCube e o Classic Controller também é existente.
Espero análises positivas, pois apesar de me animar, já não fiquei tão empolgado depois de ler sobre 2 outros títulos que me interessaram neste ano ao serviço digital do console.
Book – O Sobrinho do Mago (Impressions)
Na minha infância, dominada por video-games, eu quase nunca tinha o incentivo da leitura de livros propriamente ditos, minha família infelizmente não possuía tal hábito entre suas rotinas; hoje, contudo, dá gosto de ver que meu sobrinho tem se interessado por literatura já desde os ainda-nem-completados-2-anos, seguindo os bons e frutíferos caminhos adotados pelo meu cunhado e irmã. Este é o retrato também muito comum de nossa nação, esta que até hoje mantém altos índices de analfabetismo, ou simplesmente carrega consigo a falta de interesse para com longos e ‘enfadonhos’ textos. Eu, entre muitas coisas, encontrei também nos games motivos para me auto-incentivar na leitura (entre manuais de instruções, revistas de games), raciocínio (como em Shadowgate), e no aprendizado do inglês que hoje utilizo.
Eu geralmente não leio HQs, apesar de algumas como HellBoy ou mesmo HellBlazer estarem na lista de espera. De qualquer forma, é graças a versões cinematográficas, e decentes (ouviu X-Men Origins: Wolverine?), como as do diretor Zack Snyder que me animo a aprender mais sobre tais heróis.
Snyder é ninguém menos que o responsável pelas adaptações de 300 e Watchmen, dois filmes muito bem recebidos pela crítica e fãs dos quadrinhos originais. Com Sucker Punch ele não só ataca como diretor, mas é também responsável pela sua produção e roteiro (juntamente de Steve Shibuya).
Se sua história original será tão boa ou melhor que adaptações de quadrinhos, não sei ainda responder, mas que o trailer é empolgante, isso sim.