JV ハズキ

Hazuki Vitor: brazilian gamer, pseudo-Jornalista do mesmo segmento; fanático por RPGs e survivor horrors. Mas meu refúgio abrange todo e qualquer conteúdo de interesse próprio. OK?


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Queer as Folk opening

Estou quase na reta final da série toda, infelizmente. Mas finalmente a partir da 4ª e penúltima temporada colocaram uma abertura.

Nesse tempo entre a 3ª season até então algumas coisas inesperada, enquanto outras suposições minhas não se confirmaram. Só sei que, como na maioria das vezes, ficarei muito triste quando chegar ao último capítulo. 

Ah sim: amo a dancinha do ator Robert Gant entre os 37-38 segundos! 

          

Entre tantos filmes com temática homossexual de sucesso e bastante famigerados sempre tive em mente, mesmo não a conhecendo de forma devida até então, que se tratando de séries de sucesso sob mesmo teor seria Queer as Folk o ponto de partida; já tinha baixado o piloto num momento anterior porém sem devido conhecimento: tive uma impressão errônea sobre o que me aguardava, e fico feliz em ter me aprofundado sobre aquilo e aqueles que agora fazem parte da minha vida. 

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Director: Matthew Vaughn | Producers: Gregory Goodman, Simon Kinberg, Lauren Shuler Donner & Bryan Singer | Writers: Ashley Miller, Zack Stentz, Jane Goldman, Matthew Vaughn, Sheldon Turner & Bryan Singer 

Starring: James McAvoy, Michael Fassbender, Kavin Bacon, Jennifer Lawrence & Rose Byrne 

Gen: Action/Adventure/Drama | RL: 3/6/11 (BR) | 132 min

É, não acompanho HQs, isso é fato até o momento, e não foi através delas também que me tornei fã de personagens da Marvel ou mesmo DC, mas sim, inicialmente, graças aos cartoons dos anos 90. Dito isso vivencio a saga dos mutantes desde o primeiríssimo filme, que muitos sabem foi de suma importância para que outros super-heróis revivessem nas grandes telas. 

Sinceramente estava bastante cético chato quanto ao lançamento de First Class, acompanhando uma notícia aqui e ali e assistindo aos trailers de forma neutra; a razão? Os dois últimos filmes dos X-Men, que seriam no caso o Last Stand e posteriormente Origins: Wolverine, ambos que não me impressionaram tanto ou nem um pouco como os dois primeiros, na minha opinião melhores, fizeram. Porém Matthew Vaughn não é o Diretor responsável pelos dois últimos filmes, e isso sinceramente faz toda diferença.

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Shelter

Não recordo exatamente quem ou o que me levou a assistir este filme, mas de qualquer forma sou extremamente feliz por conhecê-lo. 

Sobre a trama e personagens Shelter trata do “sair do armário”, de aceitação própria, tudo dum jeito bem convincente. Um dos protagonistas, Zach (Trevor Wright) ainda tem de lidar com suas obrigações familiares, estas que tem como exemplo o cuidado de seu sobrinho, este que por sua vez tem todo um carinho especial pelo tio, o considerando inclusive um pai na verdade. A entrada de Shaun (Brad Rowe), irmão do melhor amigo de Zach, completa o filme, em vista que este é o responsável pelas reviravoltas e decisões importantes do próprio Zach em questão dos caminhos de sua vida. 

Também entra no hall dos meus filmes prediletos de romance.

Plus:

  • DVD de Shelter por U$19.49 [Amazon].

127 Hours

“Que filme sangrento é este que o povo anda assistindo aqui? Acho que está fazendo sucesso, já vi no monitor em mais de 2 cadeiras! Lerei a sinopse.”

E foi a partir daí que durante o voo de retorno ao Brasil acabei conhecendo esta história protagonizada por James Franco (cujas últimas lembranças são da série não-tão-bons-fins-de-trilogia, ou seja, Spider-Man 3) e dirigida/co-escrita por Danny Boyle, este último responsável pela também direção do ótimo Slumdog Millionaire (“Quem Quer Ser Um Milionário?”).

A história é baseada num fato real ocorrido com Aron Ralston durante uma de suas aventuras numa região com canyons em Moab (Utah, EUA), onde o mesmo acaba ficando com um braço preso por uma rocha e passa as tidas 127hrs procurando uma solução para se libertar, isso enquanto sofre devaneios, tem sonhos, e também reflete sobre a forma com que, até então, lidava com familiares e amigos. Muito do sofrido até tomar uma decisão chocante e desesperada foi gravada em vídeo, e é daí justamente que muita da atuação de James Franco me emocionou e garantiu algumas lágrimas no final.  

O filme é do ano passado e sinceramente não tinha ouvido falar dele até ontem, quando felizmente o destino acabou por me apresentá-lo. 

Director: Jeff London | Producers: Jeff London, David Clayton Miller | Writer: Jeff London 

Starring: Eric Dean, Jayme McCabe, Blaise Embry & Kyle Buckland 

Gen: Drama/Romance | RL: 25/11/08 (Estados Unidos) 

Nem todos garantem a chance de conseguir quantia considerável para retratar cinematograficamente uma história. Como alguns sabem Brokeback Mountain (2005, Ang Lee) foi uma considerável surpresa pelo que foi gasto e posteriormente arrecadado, e não digo só em questão financeira, mas também pelo reconhecimento da crítica, o ganho de Oscars, e outros prêmios pelas atuações dos protagonistas vividos por Jake Gyllenhaal e Heath Ledger. 

3 anos depois, em 2008, foi a vez do independente Arizona Sky apresentar outro relacionamento gay, cujo foco são empecilhos como a vida propriamente, aceitação pessoal e preocupação com o pensamento alheio.  

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Após um explosivo final de 1ª temporada certifiquei-me de que, de fato, White Collar é uma série muito promissora. 

Neal Caffrey (Matt Bomer) é charmoso, intelectual, e, também criminoso. Porém sua especialidade não é a de um bandido comum, ele preza, por sinal, a inteligência sobre uso de métodos convencionais e que possam levar até mesmo a morte alheia. As vítimas de Neal são na verdade obras de arte, cujo óbvio prazer está ligado em como obtê-las, ou fraudá-las. 

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