Patrik Age 1.5 é mais uma grata surpresa, e novamente uma sueca (Lucky Blue a outra). Assisti, me emocionei no final como um bom drama me faz. Sinceramente sou fã deste tipo de filme onde, seja ou não utopia, há o despertar duma lágrima da alegria ao invés do contrário — afinal quem, assim como eu, assiduamente procura filmes com temática gay sabe que alguns deles, os dramas principalmente, não terminam tão bem assim. Devido a tanto que ainda se enfrenta por aceitação aqui nasce e se tem correspondido aquele simples desejo pelo happily ever after. Estou estragando o final? Acredite, estaria longe disso, mas sim reforçando um dos pontos positivos.
Há um novo casal na vizinhança, Goran e Sven Skoogh, e enquanto ambos maridos se adaptam, ou terceiros o fazem, eles planejam adotar uma criança, um bebê. A grande questão é que o desfecho na realização disto concretiza-se através de Patrik Eriksson, um adolescente de 15 anos (e não 1.5) que não está nem um pouco feliz com esta situação — e ele não mede suas palavras para expressar isso.
É mais um caso onde ao andamento não vi necessidade nem a devida apresentação da comédia pela qual o filme é também categorizado; vejo o drama e uma preocupação em mostrar o óbvio que é a possibilidade de dois homens que se amam conduzirem um casa e terem um filho, por sua vez também não querendo impor em momento algum que este último tenha de seguir suas preferências opcionais. Os problemas que aparecem pela chegada de Patrik e a forma que são contornados também me animou demais.
Particularmente meu novo queridinho. Pelo visto não vou aguentar muito tempo até assisti-lo novamente.
Queer as Folk opening
Estou quase na reta final da série toda, infelizmente. Mas finalmente a partir da 4ª e penúltima temporada colocaram uma abertura.
Nesse tempo entre a 3ª season até então algumas coisas inesperada, enquanto outras suposições minhas não se confirmaram. Só sei que, como na maioria das vezes, ficarei muito triste quando chegar ao último capítulo.
Ah sim: amo a dancinha do ator Robert Gant entre os 37-38 segundos!
Being Queer as Folk, being proud
Entre tantos filmes com temática homossexual de sucesso e bastante famigerados sempre tive em mente, mesmo não a conhecendo de forma devida até então, que se tratando de séries de sucesso sob mesmo teor seria Queer as Folk o ponto de partida; já tinha baixado o piloto num momento anterior porém sem devido conhecimento: tive uma impressão errônea sobre o que me aguardava, e fico feliz em ter me aprofundado sobre aquilo e aqueles que agora fazem parte da minha vida.
Director: Matthew Vaughn | Producers: Gregory Goodman, Simon Kinberg, Lauren Shuler Donner & Bryan Singer | Writers: Ashley Miller, Zack Stentz, Jane Goldman, Matthew Vaughn, Sheldon Turner & Bryan Singer
Starring: James McAvoy, Michael Fassbender, Kavin Bacon, Jennifer Lawrence & Rose Byrne
Gen: Action/Adventure/Drama | RL: 3/6/11 (BR) | 132 min
É, não acompanho HQs, isso é fato até o momento, e não foi através delas também que me tornei fã de personagens da Marvel ou mesmo DC, mas sim, inicialmente, graças aos cartoons dos anos 90. Dito isso vivencio a saga dos mutantes desde o primeiríssimo filme, que muitos sabem foi de suma importância para que outros super-heróis revivessem nas grandes telas.
Sinceramente estava bastante cético chato quanto ao lançamento de First Class, acompanhando uma notícia aqui e ali e assistindo aos trailers de forma neutra; a razão? Os dois últimos filmes dos X-Men, que seriam no caso oLast Stand e posteriormente Origins: Wolverine, ambos que não me impressionaram tanto ou nem um pouco como os dois primeiros, na minha opinião melhores, fizeram. Porém Matthew Vaughn não é o Diretor responsável pelos dois últimos filmes, e isso sinceramente faz toda diferença.
Não recordo exatamente quem ou o que me levou a assistir este filme, mas de qualquer forma sou extremamente feliz por conhecê-lo.
Sobre a trama e personagens Shelter trata do “sair do armário”, de aceitação própria, tudo dum jeito bem convincente. Um dos protagonistas, Zach (Trevor Wright) ainda tem de lidar com suas obrigações familiares, estas que tem como exemplo o cuidado de seu sobrinho, este que por sua vez tem todo um carinho especial pelo tio, o considerando inclusive um pai na verdade. A entrada de Shaun (Brad Rowe), irmão do melhor amigo de Zach, completa o filme, em vista que este é o responsável pelas reviravoltas e decisões importantes do próprio Zach em questão dos caminhos de sua vida.
Também entra no hall dos meus filmes prediletos de romance.