Bonds of people is the true power

Minhas pendências no mundo gamer equivalem ao símbolo do infinito; gosto de muita coisa e tenho curiosidade por tantas outras mais, independente se o jogo foi bem recepcionado ou não. A série Persona da Atlus adentra no hall bastante famigerado de RPGs que sequer encostei, mas tenho muitíssima vontade; para de vez não me sentir tão alienado ou superficial quanto a franquia, decidi abrir um caminho contrário e iniciar conhecimento através de Persona 4: The Animation.

Para minha felicidade o anime incentivou ainda mais pegar o original do PS2 (e breve disponível também ao PSVita) e então debulhá-lo até o final.

Embora ache que a trama tenha demorado um pouco para pegar no tranco, até os episódios para “relaxar” foram apreciáveis. A frase de que elos entre pessoas é o verdadeiro poder é confirmada, pois a relação que os personagens possuem dá gosto de assistir, seja na área do drama, ou da comédia que é bem carregada aqui. 

Claro que tem um Shoji Meguro envolvido e que realça tudo ainda mais. Eu o amo pelas suas composições que são, felizmente, utilizadas na animação assim como foram originalmente em 2008.

Não sei o quanto há de adaptação em referência da própria trama do jogo, mas prefiro não saber para guardar qualquer eventual surpresa.  

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NHK & conspirações da vida

     

Já tinha conhecimento do anime N.H.K ni Youkoso há alguns anos devido apresentação por amigos, porém na época não fui adiante e acabei criando este hiato até finalizá-lo há pouco. Felizmente a fagulha de interesse ressurgiu junto com um pouco mais de conhecimento do problema que aflige o Japão, neste caso os hikkikomoris, que é uma classificação e condição associada à pessoas que simplesmente fogem do cotidiano, do mundo, se privando da sociedade em suma em seus quartos; geralmente tais pessoas, em muito jovens, chegam a tal ponto devido pressão pela rígida doutrina de aprendizado do país. 

Ainda que não tenha sofrido de tais pressões, mas sim doutros problemas, cheguei a ter um comportamento similar por alguns anos, e isso, após conseguir gradativamente me libertar, me deu mais força em finalmente concluir da versão animada deste que nascera, como a maioria, através dum mangá — de sucesso, por sinal. O ponto é que, de certa forma, é um “luxo” viver de tal maneira, isso uma vez que há quem cuide de você e pague suas contas. Ressalto, todavia, que a compreensão por trás disso não é tão simples quanto possa parecer, e antes de qualquer conceito deve ser estudado para não se categorizar erroneamente como um ato de mero vagabundismo e ou preguiça.

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Tokimeki no Doukasen

Quase no 10º ep. de Fushigi Yugi e até o momento estou curtindo. Para variar estou viciado tanto no tema de abertura quanto finalização, porém Tokimeki no Doukasen se mostrou ainda mais viciante. 

Fushigi Yûgi e meu retorno aos animes

Tenho uma penca de pendências se tratando de animações japonesas, porém a maioria se trata de animes “infinitos”, como chamo séries como Naruto, One Piece, Bleach. Contudo apesar de no momento estar focado em assistir filmes/séries norte-americanas bate sempre aquela saudade por ver alguma produção do meu país querido, e acho que Fushigi Yûgi, que possui 52 episódios (fora OVAs), pode ser um bom retorno — apesar de uma recepção não tão calorosa por parte de alguns, como visto na Wikipedia dedicada.

Além de estar buscando animes com quantidade de episódios pequena/mediana, que variam entre 13, 26 e 50, mais ou menos, sempre tive interesse neste trabalho de Yû Watase, onde por sinal comprei até a 1ª edição do mangá publicado aqui no Brasil pela Conrad — e originalmente em 1992 no Japão. Não tenho barreiras quando se trata de animes, ou seja, espero que este Shôjo, que é um gênero voltado ao público feminino, seja tão emocionante quanto InuYasha — uma das minhas séries prediletas, ever.

A base da história trata da viagem que ambas estudantes Miaka e Yui fazem ao conto do livro O Universo dos Quatro Deuses, entrando diretamente na história duma forma mágica. Ambas quando transportadas à China antiga são reveladas serem sacerdotisas, estas cuja responsabilidade é a de unir 7 Guerreiros Celestiais do Deus Suzaku, para assim invocar o próprio e garantir 3 desejos. 

É um romance fantasioso, combinação que para mim soa awesome desde já. 


“Give him back, he’s my brother! Take my leg. Take my arm! Take my heart, anything, you can have it! Just give him back! He’s my little brother, he’s all I have left!”

“Give him back, he’s my brother! Take my leg. Take my arm! Take my heart, anything, you can have it! Just give him back! He’s my little brother, he’s all I have left!”