Bonds of people is the true power

Minhas pendências no mundo gamer equivalem ao símbolo do infinito; gosto de muita coisa e tenho curiosidade por tantas outras mais, independente se o jogo foi bem recepcionado ou não. A série Persona da Atlus adentra no hall bastante famigerado de RPGs que sequer encostei, mas tenho muitíssima vontade; para de vez não me sentir tão alienado ou superficial quanto a franquia, decidi abrir um caminho contrário e iniciar conhecimento através de Persona 4: The Animation.

Para minha felicidade o anime incentivou ainda mais pegar o original do PS2 (e breve disponível também ao PSVita) e então debulhá-lo até o final.

Embora ache que a trama tenha demorado um pouco para pegar no tranco, até os episódios para “relaxar” foram apreciáveis. A frase de que elos entre pessoas é o verdadeiro poder é confirmada, pois a relação que os personagens possuem dá gosto de assistir, seja na área do drama, ou da comédia que é bem carregada aqui. 

Claro que tem um Shoji Meguro envolvido e que realça tudo ainda mais. Eu o amo pelas suas composições que são, felizmente, utilizadas na animação assim como foram originalmente em 2008.

Não sei o quanto há de adaptação em referência da própria trama do jogo, mas prefiro não saber para guardar qualquer eventual surpresa.  

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