
Dependendo de crenças não é difícil conseguir uma resposta rápida quando há a questão sobre a nossa origem, a do planeta e é claro o universo num todo. O que estamos fazendo aqui, qual o nosso propósito? Deus é de fato o responsável por tudo isso? Acho que essas questões foram ponderadas através de Prometheus como em muito dou crédito: aquele que tudo criou diverge do conceito majoritário, onde seríamos, possivelmente, na verdade uma criação doutros seres, estes, uma vez que não terráqueos, extraterrestres.
Mesmo sem nenhum tipo de contato diversos povos e civilizações, assim como tratado pela direção de Ridley Scott, tiveram supostamente a visita de seres de outros planetas. Saindo da ficção temos muitas construções de tempos remotos que são questionáveis quanto sua real função ou objetivo, ou mesmo quanto a capacidade humana em suas realizações de épocas nada tecnológicas. As linhas de Nazca no Peru,que são em suma grandes desenhos que podem ser apenas vistos numa boa altura, servem como exemplo questionável.
Quem não gostaria de obter as respostas para tudo que nos diga respeito? É essa mesma busca que me incentivou a assistir Prometheus. No final, não saí tão surpreendido da sala de cinema, talvez ache que tudo tenha se alongado demais quando já estaria terminando, ou simplesmente não me impressionado mesmo devido ao desfecho praxe comumente visto entre ficções envolvendo humanos e alienígenas.
Permaneço, todavia, o tendo como uma boa tentativa em querer, concluindo ou não, interpretar tais dúvidas existenciais.