
Patrik Age 1.5 é mais uma grata surpresa, e novamente uma sueca (Lucky Blue a outra). Assisti, me emocionei no final como um bom drama me faz. Sinceramente sou fã deste tipo de filme onde, seja ou não utopia, há o despertar duma lágrima da alegria ao invés do contrário — afinal quem, assim como eu, assiduamente procura filmes com temática gay sabe que alguns deles, os dramas principalmente, não terminam tão bem assim. Devido a tanto que ainda se enfrenta por aceitação aqui nasce e se tem correspondido aquele simples desejo pelo happily ever after. Estou estragando o final? Acredite, estaria longe disso, mas sim reforçando um dos pontos positivos.
Há um novo casal na vizinhança, Goran e Sven Skoogh, e enquanto ambos maridos se adaptam, ou terceiros o fazem, eles planejam adotar uma criança, um bebê. A grande questão é que o desfecho na realização disto concretiza-se através de Patrik Eriksson, um adolescente de 15 anos (e não 1.5) que não está nem um pouco feliz com esta situação — e ele não mede suas palavras para expressar isso.
É mais um caso onde ao andamento não vi necessidade nem a devida apresentação da comédia pela qual o filme é também categorizado; vejo o drama e uma preocupação em mostrar o óbvio que é a possibilidade de dois homens que se amam conduzirem um casa e terem um filho, por sua vez também não querendo impor em momento algum que este último tenha de seguir suas preferências opcionais. Os problemas que aparecem pela chegada de Patrik e a forma que são contornados também me animou demais.
Particularmente meu novo queridinho. Pelo visto não vou aguentar muito tempo até assisti-lo novamente.
-
notanorsegoddess gostou desta postagem
-
jvhazuki publicou esta postagem