
Não faz muito tempo que comprei o mais recente portátil da Nintendo, este que criei muita expectativa antes do lançamento, perdendo interesse posteriormente, e por fim recriando vontade em comprá-lo principalmente pelo já lançado Resident Evil: Revelations. Tá certo que o preço ainda não é o ideal — aliás quando é no Brasil? —, mas os 510 reais que paguei, fora R$147,90 no Super Mario 3D Land (pois não queria aguardar a chegada dum produto importado), marcam também mais uma iniciativa e tentativa de voltar a usar só jogos originais (como venho fazendo no PC graças ao Steam), comprando aqueles que me interessam e torcendo para que a Nintendo mesmo após 3 anos dum release baixe preços dos seus first party, que atualmente são uns dos que mais me interessam na plataforma — não custa sonhar com essa queda.
Até o momento estou gostando do meu novo portátil. Acho o efeito 3D muito bacana, aliás, isso é algo que está sendo muito bem vendido para mim graças ao próprio 3D Land.

Ainda acho, é claro, a biblioteca muito ínfima em peso para se desesperar como eu e comprar um no momento, porém se for fã de Resident Evil, então podemos nos perdoar em vista que Revelations looks awesome e sem dúvida é um motivo de compra — não que Mario 3D Land ou demais jogos importantes ja disponíveis não sejam, ok?
Não sou muito fã de coisas mais casuais, não tenho interesse em sair por aí com o portátil atrás de Miis terceiros; quase não utilizo a câmera, apesar de que aqui há o incentivo de se poder tirar fotos em 3D. Meu foco continua sendo os jogos, mas confesso que se tratando de reprodução multimídia tenho me interessado em assistir os vídeos em 3D disponibilizados, como a série Nintendo Show 3D, que encontra-se no eShop e trata das novidades do mundo Nintendo, além de trazer também momentos nonsenses em 3D — nunca viu porcos no chiqueiro em 3D? Pois é… Espero que no futuro tenham ainda mais séries, clipes, trailers, ou mesmo curtas, como existem alguns da Dreamworks (R$3 cada).
Nem tudo são flores, é claro: ainda estou me acostumando a ter novamente um portátil menor, como se tivesse voltado a 2007 e comprado outro DS Lite. O tamanho das telas e suas diferenças também é algo retrógrado, mas tudo é considerável uma vez de que a superior apresenta 3D e, talvez, para não cobrar mais do que já cobraram, e depois correram para angariar novos usuários, a Nintendo decidiu por isso. Esse meu lado bitch é principalmente frisado pelo meu costume com o DSi XL e suas mega-fodas telas, estas que dão vontade de jogar toda biblioteca do DS de novo para aproveitar cada pixel e polígono dos games ainda mais.
A duração da bateria de fato não é a das melhores, mas como há um suporte que acompanha o 3DS sempre o estou carregando antes mesmo de esgotar a carga. Mas assim como fiz com o PSP, comprando aquele kit, pretendo pegar o acessório Power Grip da Nyko num futuro pois não quero depender de fios para continuar ganhando meus níveis num Kingdom Hearts 3D, por exemplo. A merda é que comprando este Power Grip não poderei utilizar o a gambiarra-pro da Nintendo em conjunto, se bem que ainda não sinto necessidade em comprar o acessório com outro analógico.
Quase um Megazord!
Por fim quero aproveitar mais dos downloads, quero mais demos, e quero também jogar clássicos em 3D e conhecer títulos do Game Boy que nunca tive oportunidade na época do meu Pocket/Color.
Reclamo, falo mesmo quando tenho de dizer umas verdades na cara do Reggie/Iwata, mas no final das contas a Nintendo ainda é muito querida por mim. Can’t deny my love. E afinal de contas tem um Smash Bros. vindo em algum momento futuro, um novo Zelda, um novo Metroid… é, já deu pra entender.